Uma pesquisa desenvolvida na Unioeste pode revolucionar a forma como as cidades monitoram o mosquito da dengue.
O projeto utiliza sensores equipados com IA (Inteligência Artificial) capazes de identificar espécies de mosquitos pelo som emitido durante o voo, incluindo o Aedes Aegypti, transmissor da Dengue, Zika e Chikungunya. Os dados gerados por meio do sensor auxiliam a equipe da vigilância sanitária na tomada de decisões nas ações de combate ao mosquito.
A pesquisa iniciou há dez anos e é realizada na Unioeste e a tecnologia foi desenvolvida em parceria com diversas universidades, como a Universidade de São Paulo (USP), North Caroline State University (Estados Unidos) e Universidade de Nova Gales do Sul (UNSU), da Austrália. Porém, Foz do Iguaçu foi escolhida como a primeira cidade a utilizar a tecnologia em função de ser uma das cidades com maior índice de infestação do mosquito.