22ª JELL - A escola como acontecimento

O Evento

Entre o Homem e a Instituição, numa relação

em que o poder e a ideologia são as constantes,

os sentidos balançam entre uma permanência que

às vezes parece irremediável e uma fugacidade 

que se avizinha do impossível. E aí ficamos.

(ORLANDI, 1987)

 

Nessa 22ª edição da Jornada de Estudos Linguísticos e Literários (JELL), simbolicamente, colocamos em destaque a escola, que, ao ser anunciada, desperta em cada pessoa uma memória (talvez muitas memórias). A escola é um dos espaços institucionais primeiro de constituição do sujeito. Chegamos nela pequenos, crescemos e parte da vida, dentro dela, passamos. 

Hoje, professoras e professores, somos nós que a fazemos. Nós formamos sujeitos (independente do gênero).Construímos realidades (independente das práticas silenciadoras). Alimentamos esperanças (independente das nossas próprias desesperanças). Produzimos conhecimento (independente da valorização recebida). Mas, às vezes, não. O que restou das memórias? O que é a escola hoje? Como se pensar professor? Como as Letras e demais licenciaturas têm se configurado nessa mesma (outra) escola? 

A escola é um espaço de resistência por excelência e, nessa 22ª JELL, queremos pensá-la como o espaço simbólico que ela representa. E, assim, olhar os sujeitos responsáveis por ela existir: professores, alunos, formadores de professores. 

Em tempos marcados por discursos avessos à educação, entendemos como importante colocar em cena a escola e seus sujeitos. Na compreensão do poder da linguagem, desejamos fazer dessa jornada um encontro de trocas de conhecimentos, de experiências e de vivências sobre as Letras, as Artes e demais temas que dizem respeito a todas e todos que se dedicam à educação.

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