A professora Solange de Fátima Reis Conterno, da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste), campus Cascavel, integrou as fases 1 e 2, como participante da pesquisa nacional que analisa a implementação da política de educação permanente no Sistema Único de Saúde (SUS) em todo o Brasil.
A primeira fase ocorreu em Cascavel, em outubro de 2025 e a segunda fase foi desenvolvida em oficina regional Sul e Sudeste que ocorreu nos dias 23 e 24 de abril, reunindo representantes de diferentes estados para discutir, validar e aprofundar os achados do estudo. Do Paraná, participaram três representantes, incluindo a professora da Unioeste. Solange contribuiu com a análise e validação dos resultados preliminares da pesquisa a partir da sua experiência no SUS, observando a aderência dos dados à realidade dos territórios.
Durante a oficina, a professora Solange participou de atividades voltadas ao aprofundamento dos resultados preliminares da pesquisa nacional conduzida pela Fundação Oswaldo Cruz. “As oficinas são um espaço fundamental de troca e construção coletiva. A ideia é confrontar os resultados da pesquisa com a realidade vivida nos territórios, permitindo ajustes, aprofundamentos e a elaboração de proposições mais alinhadas às necessidades do SUS”, destaca.
Ao longo dos dois dias, os participantes, entre gestores, trabalhadores do SUS, docentes e pesquisadores, acompanharam a apresentação dos principais achados do estudo, organizados em matrizes de análise e mapas conceituais. Esses materiais sintetizam como a Política Nacional de Educação Permanente em Saúde vem sendo implementada em diferentes regiões do país.
A programação incluiu momentos de debate em grupo, dinâmicas participativas (como rodas de conversa e metodologias colaborativas) e discussões em plenária. Nessas etapas, os convidados puderam confrontar os resultados da pesquisa com a realidade vivida em seus territórios, avaliando se os dados refletem a prática cotidiana e apontando ajustes, lacunas e possibilidades de aprofundamento.
Para a professora, participar desse processo é essencial para aproximar a pesquisa da prática nos serviços de saúde. “Esse tipo de espaço fortalece a construção de políticas mais efetivas, considerando as diferentes realidades do SUS em todo o país”, avalia.